O design gráfico atual passa por um momento sem precedentes na sua história devido à pluralidade de meios possíveis para seu desenvolvimento criativo. Associado intimamente à evolução das técnicas eletrônicas, surge aquilo que se convencionou chamar de design pós-modernista, onde o uso do computador e o aprimoramento dos meios de impressão, sem dúvida alguma possibilitaram em larga escala o aprimoramento e efetivação de projetos gráficos antes impensados por conta das limitações tecnológicas.
Um dos expoentes deste contexto é o designer americano David Carson, mundialmente conhecido e premiado por seus trabalhos editoriais, os quais trazem a marca da permissividade digital. Pleno da estética do “caos” e “sujeira visual”, o design de Carson chega a fundir numa mesma página cores variadas, grafismos, fotografias, tipografias distintas, mesclas de técnicas e sobreposições. Entretanto, as peças não perdem seu caráter funcional, ao contrário elas atraem e comunicam causando impacto no espectador, o qual flutua juntamente com a mensagem por entre as páginas daquilo que está sendo visto. Um dos principais exemplos do seu design